Friday, October 06, 2006

Campanha online

É inegável que a grande vedete destas eleições foi a internet. Com mudanças na lei eleitoral restringindo a produção das propagandas políticas e os escândalos de corrupção e caixa dois circulando os candidatos menos avisados, o pleito deste ano acabou perdendo um pouco do glamour e dos financiamentos exacerbados.

Bom e barato. Foi dessa forma que a internet se tornou o meio de comunicação favorito entre os candidatos. Na busca pelo voto os políticos abusaram da extensão can, dos "santinhos eletrônicos", o e-mail marketeiro entre outros. Teve empresa de hospedagem de sites, como a Plug In, apenas no primeiro turno de eleição registrou um aumento de 20% no seu faturamento.

Os candidatos que sobreviveram ao primeiro turno no Rio Grande do Sul também apostaram nesta alternativa. Até o site de relacionamentos mais popular do Brasil entrou na jogada de mareketing. A tucana, Yeda Crusius, por exemplo, gastou na sua campanha online entre os meses de agosto e setembro, dezenove mil reais. Já o seu concorrente, Olívio Dutra, destinou cerca de oitenta e nove reais, para tentar atrair seus eleitores via web. É bom lembrar que a internet não está tão liberada assim. Os candidatos que não quiserem se complicar com a Justiça eleitoral devem "desligar" seus sites de campanha horas antes e depois do pleito.

Mas não foram apenas os políticos que tiveram benefícios com a internet. A população conseguiu acompanhar as eleições em tempo real desta vez. Para aqueles que não tinha (e não têm) paciência para assistir ao horário eleitoral gratuito estava lá na página do candidato todo o programa de governo, as propostas e ideais. Para quem estava em casa na frente do computador bastava entrar no site do candidato que lhe interessava, ler o plano de governo, as propostas compará-la com outros e decidir seu voto. E no domingo decisivo, o TSE disponibilizou o Divulga 2006, um mecanismo que o cidadão instala na sua casa e pode acompanhar a apuração dos resultados das eleições, voto a voto, tanto para as candidaturas majoritárias quanto as proporcionais. Além de ter à disposição sites de notícias que também acompanhavam as eleições nacionais e estaduais passo a passo.

Pode-se dizer que estas eleições foram diferenciadas pelo importante papel destinado a internet e que houve uma revolução na forma como eleitor acompanhou o processo e decidiu seu voto pelo seu manejo nesta nova ferramenta eleitoral. Alías esta é uma boa pergunta. O quanto a internet ajudou você a decidir seu voto? (deixe a sua resposta na seção de comentários)
O segundo turno está aí. Quais as novidades que a internet vai nos disponibilizar? Fique bem atento porque agora o assunto é em tempo real!

Sem o controle remoto como controlamos?

- que tc
- e aí. tc d ond ?
- POA e tu?
- tb
- qtos anos vc tem?
- 8 e tu ?
- 7

É! Essa tem sido a rotina de muitos jovens e adolescentes desta geração. Depois de um turno agitado na escola: aulas, professores, conversas entre amigos, mesmo assim ainda há assunto para colocar em dia com os amigos quando chegam em casa, e o melhor meio encontrados por eles é através da internet.
Se antes, a escola era quem abria os horizontes do mundo para estas crianças, hoje, a internet tem cumprido este papel com a maestria que lhe cabe e de forma muito mais efetiva que os velhos mestres. Porém, nesse universo ilimitado onde fica o controle dos pais sobre esta nova tecnologia? De que forma os professores podem contribuir na reforma da educação baseada neste advento?
Neste acesso público e sem restrições os jovens têm a seu dispor textos, fotos, vídeos entre outros dispositivos inadequados para a sua idade. Um exemplo é a facilidade que os jovens e crianças tiveram para acompanhar o caso Daniele Cicarelli. Por pelo menos uma semana o grande assunto das rodas de fofoca foi o vídeo nada caseiro da modelo, onde ela aparece fazendo sexo com o seu namorado na beira da praia.
Se por um lado a sociedade tem na internet uma positiva pluralidade de informação e pode até acompanhar eventos importantes. Por outro lado, os pais não estão preparados para educar seus filhos em meio a este mundo de possibilidades.
É necessário uma reforma na educação que acompanhe os desenvolvimentos destas novas mídias. O monitoramento do que as crianças vêem pela televisão feito pelo controle remoto pode ser comparado aos softwares e programas de proteção a família, onde certos mecanismos possibilitam que os pais observem os sites visitados pelos filhos, as pessoas com quem se relacionam e o teor das conversas. Todavia, apenas este controle não é o suficiente. Se já não era possível conter os ímpetos juvenis diante de revistas pornôs, muito menos será possível agora com uma rede virtual à disposição. O bom e velho dialogo entre pais e filhos ainda funciona e mais do que nunca deve ser colocado em prática.

Friday, September 15, 2006

O caminho da polêmica


Os norte-americanos ganharam um presente no quinto aniversário do onze de setembro. Para uns, um legitimo presente de grego. A rede americana ABC exibiu sua mais nova produção The Path to 9/11 (o caminho para o 11/9), na data que representa a dor e a revolta na população dos Estados Unidos. Classificada como “transmissão histórica” a minissérie possui traços de documentário mesclado com drama.

Orçado em 40 milhões de dólares o docudrama traz nas suas seis horas de duração sérias críticas à inteligência nos governos Bush e Clinton. O programa encena erros operacionais que levaram a catástrofe do onze de setembro. A minissérie foi acusada de parcialidade e de falhas na história contada.

O ex presidente Bill Clinton ficou furioso com o docudrama. Ele acusou o programa de ser uma “versão falsificada da história” e que “será mau interpretada por milhões de americanos”. Richard Clarke, ex-assessor de contraterrorismo da Casa Branca ficou chocado com uma cena que considera “profundamente falha”. Clarke se refere no momento onde o filme mostra funcionários aguardando ordens de seus superiores, mas os grandes comandantes desligavam seus celulares para não serem incomodados. Porém, não foi apenas figuras políticas e especialistas em terrorismo que criticaram o programa. Alguns espectadores também não gostaram nada do que viram.

Diante de tantos protestos a ABC teve que recuar. Na noite de domingo (10/09) a emissora exibiu uma versão editada da primeira parte da minissérie. O tom acusatório de algumas cenas foram reduzidos.

Respondendo às críticas a emissora reforçou a idéia de que o programa é “uma dramatização, não um documentário, baseada em uma gama de fontes, incluindo o relatório do 11/9, outros materiais publicados e entrevistas pessoais”. Para a ABC, como a data sempre causa uma comoção nacional é natural que se revivam os debates e completou “os ataques foram um momento importante em nossa história e não deveriam ser esquecidos”.

Friday, August 18, 2006

Dicas de link


Blog de jornalistas

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jornalismo online

Wednesday, August 16, 2006

Uma revolução 2.0

Em crises econômicas surgem grandes revoluções tecnológicas. Esta é uma das primeiras vertentes encontradas no artigo ”O que é Web 2.0 Padrões do desenho e modelos do negócio par as seguintes gerações do software” de Tim O´Reilly, presidente CEO de O´Reilly Media.
O conceito de web 2. 0 começou numa sessão de brainstorming entre O´Reilly e MediaLive International e Dale Dougherty, pioneiro da web e vice-presidente da O´Reilly. Buscou-se compreender o que era a web 2.0, as suas potencialidades e o seu sentido. Assim nasceu a conferencia desta nova tecnologia.
Por não se compreender o verdadeiro sentido do software existiam críticas que afirmavam que este novo conceito era um fruto mercadológico e não um novo paradigma.
Ao tentar formular uma interpretação se percebe, no que se refere a informação mínima acumulada na nossa memória, é tão extenso que companhias usam o termo como uma palavra da moda. Essse erro resulta na aplicação deste conceito em programas e softwares que não se encaixam nos padrões, e por isso confundindo ainda mais o internauta. Segundo este núcleo de trabalho, a web 2.0 pode ser vista como um sistema solar de sites com certa distância do núcleo que seria como uma plataforma que inclui o posicionamento do usuário que tem total controle sobre os dados e de competências chaves que vão de serviços a uma arquitetura de participação. Enfim, infinitas possibilidades. A Web vista como plataforma mais que um conceito, a idéia se transformou em slogan para conseguir apoio ao Netscape da Web 1.0 que saiu derrotado de uma batalha com a Microsoft. Não se pensa nisto como web services. A publicidade em sites foram os primeiros amplamente despregado ou estendido e o primeiro “mashup” (é um website ou uma aplicação web que descontinuamente combina em seu conteúdo de mais de um código.) Cada banner atua como elemento que facilita a cooperação transparente entre dois websites proporcionando uma página integrada a um leitor. Akamai ao tratar a web como plataforma acaba construindo uma rede transparente de cópia e de distribuição de conteúdos que alivie a congestão da banda larga. Estas visões pioneiras proporcionaram constrastes utéis porque os competidores seguintes chegaram com uma solução do mesmo problema entendendo de forma mais profunda a natureza da nova plataforma.
Netscape – era uma aplicação de escritório e sua estratégia era utilizar seu domínio no mercado dos navegadores para criar um mercado de produtos de servidor. A Netscape promoveu um “webtop” para substituir o escrtitório e planejar esse webtop com as atualizações de informações e apllets inseridos no webtop por provedores de informação que compraria os servidores da Netscape.
Google – começou como uma aplicação nunca vendida ou empacotada. O uso é totalmente livre e é entregue como um serviço para seus clientes.
O Google requer uma capcidade que a Netscape nunca precisou que é a gestão da base de dados. O licenciamento do software e o controle das APIs é irrelevante porque não necessita ser distribuido e também porque sua capacidade de recorrer e gestionar seus dados é de pouca utilidade. É importante salientar que o valor do software é proporcional a escala e o dinamismo dos dados que ajuda a gestionar.
Quando se faz um confronto entre a Doubleclick e a Overture e AdSense percebe-se que a grande vantagem da Overture é o acesso livre pelos publicitários sem formalidade exigida pela Doubleclick. A seguir tópicos com idéias e dicas da Web 2.0. Rumo a uma experiência vitoriosa:
***A grande lição da web 2.0 que fazer uso do autoserviço do cliente e a gestão de dados algaritimos para chegar a toda web e não só na sua cabeça, e sim em todos os extremos.
***O principio dominante da web 2.0 é que o serviço melhora automaticamente quanto mais gente usa.
*** O aproveitamento coletivo. Esta idéia é uma das bases deste software. E funciona da seguinte maneira: os hipervinculos constituem nos cimentos da web. A medida que os usuários agregam sites entrelaçados a outros que também estão envolvidos pelo conteúdo. Como uma grande teia de possibilidades aos próximos usuários. Yahoo se consagrou pelo seu enlace de links agregando milhõews de trabalhos. A inovação do Google foi a rápida pesquisa de informações e por isso se tornou líder de mercado no seu segmento. O produto eBay é a ativida de coletiva de todos os usuários que garantem a experiência exitosa. Vários outros produtos desta linhagem podem ser considerados de sucesso cada um pela sua singularidade, mas todos pela sua facilidade. E oputras companhias qestão adotando esta idéia e, por isso, deixam sua marcam na internet. O exemplo vitorioso é a Wikipédia, a grande enciclopédia virtual onde os seus usários podemacrescentar informações a um conteúdo usado futuramente por outros.
***Mais uma lição da web 2.0: para se ter sucesso nesta era ér importante considerar as contribuições do usuário, assim você também pode ser um líder de mercado.
***Uma das caracterirticas mais pregadas na era da web 2.0 é o auge dos bloggs. As páginas pessoais existem desde o inicio da web. O sucesso desta nova era é que um blogg pode ser visto como um diário virtual. A diferença com a tecnologia chamada RSS é o avanço mais significativo da arquitetura básica da web. O RSS permite que alguém não só una uma página, mas subescreva a mesma com notificações a cada vez que a página muda.
***Se uma parte da web 2.0 é o aproveitamento da inteligência coletiva, convertendo a web numa espécie de cerebro global.
***Quando se explora a consiência coletiva como uma espécie de filtro entra em jogo o que James Suriowescki denomina como a sabedoria das massas. Assim, outras potencialidades para os usários se formam. Os meios de comunicação passam a competir com alguns blogs. Esta disputa se dá mais no âmbito dos modelos de negócio. No mundo web 2.0 é o do universo de Dan Gillmor que diz que nós somos o meios de comunicação. A população deixa de ser a audiência e acaba por derteminar o que é importante. É importante ressaltar que este já era um papel da sociedade que por diversas razões não se utilizava dele. Apenas quando as organizações civis tomaram conta de sua função e poder é que a relação povo e midia se tornou mais entrelaçada, mas ainda com grande lacunas que nem a web 2.0 pode superar, uma vez que apenas uma parcela da população tem acesso frequente a este meio.
*** No meio desta interligação a questã é : quem são os donos dos dados?
Na era da internet podem encontrar certos casos onde o controle sobre a base de dados conduzido o controle do mercado superiores ao habitual. O monopólio no regsitro de nomes de domínio concedido inicialamente por decreto do governo americano a Network Solutions foi um dos primeiros grande negócios lucrativos da internet.
***Salienta-se que se não souber a importância de possuir os dados chaves de uma aplicação pode menosprezar a sua competitividade. Assim quando Yahoo, Microsoft e o Google decidiram se incorporarem ao mercado puderam oferecer facilmente uma aplicação alternativa simplesmente licenciando os mesmos dados.
***Um ponto que temos que levar em conta é a respeito dos dados e da preocupação do usuário pela privacidade e os direitos aos seus próprios dados.
***A principal vantagem competitiva que uma web pode conseguir só acontecerá quando as companhais entenderem a imporãncia de um controle efetivo sobre os dados que possui.
***No meio de todos estes conceitos surgiu um novo movimento, o do free software. Se porde perceber traços desta tendência incoformista em projetso de dados abertos como a Wikipedia.
***É importante ressaltar que as companhias que buscam renovar a sua fatia no mercado devem estar lado a lado a outras companhais mais modernas como a Google, onde já se encerrou o ciclo das atualizações de versões do software. Acabar com este ciclo é um passo muito importante.
***Ainda considerando a prática de softwares abertos s entende que os usuários devem sr vistos como co-desnvolvedores. O resultado da iniciativa é a melhora da competitividade.
***Uma vez que os web services se tornaram habituais as grandes companhias entraram numa luta completa pelos web services desenhada para criar um entorno de programação
***A web teve êxito porque derrocou muitas de suas teorias de hipertexto substituindo um pragmatismo simples por um desenho real.
***Sobre os modelos de programação ligeiros devemos saber apoiar estes modelos de programação que permitem sistemas devidamente acoplados.Pensat na sindicação e não em coordenação vidando o príncicpio básico da internet do extremo a extremo. Desenhar pra serem “hackeados ‘ e “remezclados”, as barreiras para a reutilzação dos softwares são baixos. Apenas os abertos tem esta facilidade, isso quando não se deseja ter total controle dos direitos reservados.
*** “Innovación em el ensabmblado”. É quando os componentes commodity são abundandantes e se pode criar valor simplesmente “ensamblándolos” de forma mais eficaz.
***O software não está limitado a apenas um dispositivo. Dave Stutz, que durante muito tempo ajudou a desenvolver a Microsoft recomendou que o software útil escrito sem “circunscribirse”a um dispositivo proporcionará latas margens por mais tempo.
***A web 2.0 transforma também a coorespondência eletrônica. O exemplo é o Gmail que recorda cada mensagem enviada ou recebida, cada direção e cada número de telefone usado.
***A revolucação da web 2.0 não se limita o PC. É possível demonstrar que se a utiliza para oferecer softwares como serviço em aplicações de escalas empresariais.
***Um processador de texto web 2.0 suportaria a edição do estilo colaborativo das wiki – como wikipedia.
****Recapitulando as competencias centrais para a web 2.0 das grandes companhias: serviços, no softweare empacatado, com estabilidade reantável; confiar nos usuários como co-desenvolvedores; aproveitar a inteligência coletiva, tirar partido de ‘the long tail” mediante o autoserviço do cliente.; Software não limitado apenas um dispoistivo; interface de usuário, modelos, desenvolvmento e modelo de negócios rápidos.

Com estas dicas em mãos é possível verificar se uma companhia é realmente web 2.0. É bom recordar que a excelência numa área é mais eficaz do que pequenos passos nestas sete competências. Para quem quiser mais detalhes consulte: http://jornalismoonline.wordpress.com/files/2006/08/que-es-web-20.pdf

Friday, August 04, 2006

O MEIO É A MENSAGEM!!!!